Célia Russo e o Reiki

Dom. Esta palavra não tem como objetivo definir, mas apresentar Célia Russo. O dom do olhar atento e perceptivo, do abraço aconchegante, do sorriso amigo, das palavras certas, das respostas intuitivas, das mãos abençoadas que buscam a cura através da energia carinhosa. O encontro de Célia Russo com o Reiki aconteceu em 1997, quando uma amiga lhe falou do Reiki. Foi iniciada em Nível I pela Mestre Jô Cavedon e nunca mais parou de vivenciá-lo.

Célia Russo assume a energia Reiki em sua vida assim:
“É difícil descrever e falar dela como se fosse algo separado de mim. É simplesmente mágica! 
O Reiki é a minha primeira escolha, meu caminho, minha filosofia, alegria e família. É meu dom, minha luz, meu significado. Quando fiz o Nível II, soube que seria Mestre. Foi quando comecei a atender e nunca mais parei.

Como técnica, é a mais completa para mim. Ela flui tanto quando nos concentramos no seu propósito ou, simplesmente, quando nossas mãos tocam em nós mesmos ou em outras pessoas. A energia é infinita, mas precisa ser cuidada, usada com respeito e dignidade. 
A cura é incomparável em todos que tenho acompanhado na minha pequena jornada. Posso chamá-los de milagres, todos são pequenos milagres. Mas engana-se quem diz que Reiki é apenas uma técnica. Creio profundamente nos fundamentos desta filosofia. Viver seus preceitos com verdade é uma dádiva.

Em meu caminho como profissional de Reiki, encontro todos os tipos de medos que podem acometer a alma de alguém. Nada é impossível de cura se tratado com amor. E Reiki é amor. 
Um amor sem condições e sem cobranças. Reiki é simplesmente o universo se entregando, doando, cativando, acompanhando, sendo gentil. Acompanhar a trajetória individual, 
crescimento e evolução, faz-me sentir humilde perante à grandeza que existe em cada um,
e do que esta energia é capaz de aflorar em corações famintos de saber e de amor.

Tenho como meta o direito de todos aos conhecimentos e à grande sabedoria de Mikau Usui. 
Por esta razão, em curso ou em atendimento, sei que nada de ruim pode acontecer, pois meus guias sempre estão juntos de mim. Alguns me chamam de Mestre, mas eu sou aluna de todos que caminham comigo. Todos os que início são também, de alguma forma, meus mestres. 
Cada passo dado, a energia acolhe a mim e a todos que a mim buscam. Somos todos companheiros de jornada.

Reiki para mim, é o por-do-sol no Guaíba, é a criança correndo atrás da bola na redenção, 
é o idoso sentado na praça jogando gamão, é a menina de vestido bonito sonhando com o menino da escola, é a barriga da mulher grávida, é o sonho de uns, o desejo de outros, é a vida correndo, 
é o não-tempo, é somente hoje, é o agora, é o nunca, o jamais, o possível e o impossível. 
É a sombra e a luz da alma que mora no meu corpo que mora nas minhas roupas, que vive 
na minha casa, na minha cidade, no meu país, na mãe terra, neste universo.

Só por hoje, o amor cresce a medida que sigo com gentileza e fraternidade. “


Célia Russo assume a energia Reiki em sua vida assim:

“É difícil descrever e falar dela como se fosse algo separado de mim. É simplesmente mágica! 

O Reiki é a minha primeira escolha, meu caminho, minha filosofia, alegria e família. É meu dom, minha luz, meu significado. Quando fiz o Nível II, soube que seria Mestre. Foi quando comecei a atender e nunca mais parei.
​Como técnica, é a mais completa para mim. Ela flui tanto quando nos concentramos no seu propósito ou, simplesmente, quando nossas mãos tocam em nós mesmos ou em outras pessoas. A energia é infinita, mas precisa ser cuidada, usada com respeito e dignidade. 

A cura é incomparável em todos que tenho acompanhado na minha pequena jornada. Posso chamá-los de milagres, todos são pequenos milagres. Mas engana-se quem diz que Reiki é apenas uma técnica. Creio profundamente nos fundamentos desta filosofia. Viver seus preceitos com verdade é uma dádiva.
​Em meu caminho como profissional de Reiki, encontro todos os tipos de medos que podem acometer a alma de alguém. Nada é impossível de cura se tratado com amor. E Reiki é amor. 

Um amor sem condições e sem cobranças. Reiki é simplesmente o universo se entregando, doando, cativando, acompanhando, sendo gentil. Acompanhar a trajetória individual, crescimento e evolução, faz-me sentir humilde perante à grandeza que existe em cada um, e do que esta energia é capaz de aflorar em corações famintos de saber e de amor.


Tenho como meta o direito de todos aos conhecimentos e à grande sabedoria de Mikau Usui. 

Por esta razão, em curso ou em atendimento, sei que nada de ruim pode acontecer, pois meus guias sempre estão juntos de mim. Alguns me chamam de Mestre, mas eu sou aluna de todos que caminham comigo. Todos os que início são também, de alguma forma, meus mestres. 

Cada passo dado, a energia acolhe a mim e a todos que a mim buscam. Somos todos companheiros de jornada.


Reiki para mim, é o por-do-sol no Guaíba, é a criança correndo atrás da bola na redenção, é o idoso sentado na praça jogando gamão, é a menina de vestido bonito sonhando com o menino da escola, é a barriga da mulher grávida, é o sonho de uns, o desejo de outros, é a vida correndo, 

é o não-tempo, é somente hoje, é o agora, é o nunca, o jamais, o possível e o impossível. 

É a sombra e a luz da alma que mora no meu corpo que mora nas minhas roupas, que vive na minha casa, na minha cidade, no meu país, na mãe terra, neste universo.


Só por hoje, o amor cresce a medida que sigo com gentileza e fraternidade. “

Celia Russo e o Reiki

Célia Russo | Atendimento

Quem semeia vento colhe tempestade. Quem semeia felicidade colhe alegria. Ao escolher um ou outro caminho, você cria o futuro, que começa aqui e agora.

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O coração Piedoso expressa o amor por todas as coisas.

O coração Sincero segue o que é o correto.

O coração Sintonizado segue a ordem natural das coisas.

O coração Dedicado acolhe as escolhas.”

Sabedoria dos Quatro Corações – Sec. XVII

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Posso te ensinar a ser alegre de novo… a empinar papagaios lá no alto do céu… a sair, a sair pelo mundo a procura de amigos…a dar valor as coisas simples da vida… a dançar uma música bonita… com quem você gosta… a tomar um delicioso sorvete de chocolate… a chorar de alegria e de tristeza… a amar… sem medo…

…SEM MEDO DE SER CRIANÇA OUTRA VEZ.

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“Um homem se depara com um monge debruçado numa valeta estendendo a mão para salvar um escorpião que começava a se afogar, mas é picado por ele. Novamente, o escorpião volta para a água e novamente é salvo, custando ao monge, nova picada. O homem vê isto acontecer várias vezes e não se contém, dirigindo-se ao velho sábio: “Por que você continua a tentar salvá-lo e a se deixar picar?” Responde o monge: “Nada posso fazer... é de sua natureza picar e é de minha natureza salvar.”

(Chopra, 2003)

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O que estamos fazendo aqui, neste lugar, neste momento, agora?

A pergunta retorna aos meus olhos que os olha e desejo saber o que vocês estão vendo agora? O que significa estar aqui, neste lugar, com estas pessoas, agora? O que fazer com as mudanças que estar aqui neste lugar, neste momento, traz?

São perguntas provavelmente sem respostas.

E a pergunta segue no meu coração: o que tu, como mestre, vês agora?

Um mestre de Reiki precisa ser capaz de ser o mestre que olha para os seus como quem olha para os filhos recém-nascidos. Mestre que espera que os filhos estejam prontos para engatinhar, prontos para caminhar.

Mestre que olha para os seus como quem olha para o amor que nasce da conquista, do cuidado, da referência.

Mestre capaz de olhar para os outros como olha para os seus, e capaz de olhar para os seus como olha para os outros.

Este caminho nos leva para o alto, para o profundo, para infinitas possibilidades.

Nossa intenção aqui é de, como mestres, olhar para os curadores de Grau I como crianças recém-nascidas; para os curadores de Grau II como crianças engatinhando; para os curadores de Grau III A como crianças se colocando em pé; e para os curadores de Grau III B como adultos que caminham e dão as mãos para os que engatinham para juntos escolherem um caminho de amor.

Este é o momento em que criamos pra nós mesmos a oportunidade de nos tornarmos melhores, mais fortes, mais intensos, mais verdadeiros, mais profundos. O momento em que a nossa fala seja desde um lugar de verdade, de intensidade, de vivência verdadeira. De um lugar onde o objetivo é praticar o aquilo que a fala diz.

Precisamos ter a ideia clara da nossa real habilidade de construção e destruição. Precisamos sair daqui, deste momento, deste mergulho, com um olhar puro da emoção daquele que olha sem diferenças. Olhar de quem olha para os seres humanos como seres humanos e não como profissões, não como imóveis ou carros caros ou mesmo pessoas vistas com a cara das jóias que usam.

Desejo do mais sincero de meu coração que os laços que nos unem hoje sejam os laços da verdade, da compreensão, do amor, e não dos egos distraídos que olham o que olham sem entender aquilo que olham.

Desejo do fundo da minha alma que os mestres aqui presentes tenham uma pequena ideia da força que as suas presenças irão causar lá fora, no seu mundo, em suas casas, em suas famílias, amigos e trabalho.

Estão com seus olhos abertos? Estão prontos para mergulhar?

Somos realmente capazes de criar uma corrente de amor? Somos capazes e corajosos o suficiente para uma entrega total aos nossos desejos? De sermos seres humanos melhores?

Quantos estão dispostos a se desapegar daquilo que parece que nos torna quem somos? O quanto estamos realmente dispostos a colocar de lado nossas mágoas da perda de nossos sonhos para criar um sonho coletivo onde todos vencem?

Agora todas as luzes lá fora se acendem. Todos os nossos desejos estão à porta com seus cavalos alados capazes de nos levar aos lugares mais profundos da nossa natureza. As luzes estão acesas! Quem vai ter coragem de caminhar entre elas e seguir o caminho dos anjos? Quem vai acender a minha chama? Quem vai caminhar na minha direção e na de todos e se atirar?

Tu te atiras? As chamas estão acesas! Quantas chamas precisam ser acesas para acordares? Quantos acordes precisam ser tocados para que tu escutes?

Tu te atiras?

Amém.

by Célia Russo

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O olhar do Mestre

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Artigo originalmente publicado no Jornal Bem Estar, nº 2, julho 2003, página 7
Autora: Célia Russo


Reiki – Uma técnica de cura pelo toque das mãos


Quando tentamos “curar” uma pessoa nos damos conta que existe ali algo maior do que a nossa vontade – existe a vontade do outro – e que isto pode tornar-se uma grande porta fechada para a “nossa“ vontade de curá-lo. Na realidade, é necessário compreender que nós não curamos o outro, e sim que somos uma ferramenta de apoio ao outro, e que a cura real está dentro de cada um de nós, através da vontade de sermos realmente livres das amarras e da dor.

Esta cura tão procurada somente torna-se possível quando existe uma conexão profunda do ser humano consigo mesmo, quando ele se permite desenvolver uma confiança profunda em seu ser; permite-se aceitar que de fato é curador e que isto é um fenômeno natural.

Todos nascemos curadores; porém, ao longo de nossas vidas fazemos escolhas que nos afastam dessa capacidade, e acabamos por esquecê-la. Assim sendo, é de vital importância que, concentremo-nos não apenas na busca de nos transformar em terapeutas interessados em curar os outros, e sim também de aprender a conectar-se com o que há de melhor em nós, a conhecer-se mais profundamente. Que busquemos em nós a vontade profunda de que a luz manifeste-se em nosso ser, e que assim possamos reconhecer o nosso verdadeiro potencial como seres humanos.

Muitas pessoas adquirem o hábito de deixar seu corpo, mente e espírito em abandono, tal qual máquina velha em desuso, sem valor, e passam a vida cuidando de uma imagem ou criando máscaras confortáveis. Tentando aparentar o que não são, gastam seu tempo à espera de alguém que as compreenda, que as aceite como são, que possam fazê-las felizes, esquecendo-se que, na realidade, os semelhantes se atraem, pois irradiamos aquilo que somos e mostramo-nos ao mundo exatamente como somos, mesmo sem perceber.

Quando descobrimos que somos capaz de fazer nossa própria cura, modifica-se toda a nossa forma de interpretar e aceitar o universo. Uma das formas mais lindas de cura que conheço é o toque de amor da energia REIKI. Usualmente buscamos o toque do outro, o carinho do outro, a atenção do outro, e esquecemo-nos que podemos também desenvolver o auto-toque. A idéia é que, com esta energia amorosa, cada ser humano possa também aprender a se tocar, amar e aceitar a si mesmo, pois à medida que entregamo-nos à auto-cura estamos curando não somente nosso corpo, mas também nossa vida, nossa relação com o universo que nos envolve e com as pessoas que dele fazem parte; nossa auto-estima melhora e descobrimos que, como canais de luz e energia de amor, tornamo-nos capazes de trazer para nossa vida alívio, bem-estar, alegria, beleza e luz.

Como reikianos, aprendemos a apoiar-nos e a apoiar as pessoas na busca de um caminho com mais equilíbrio; para que possamos reconhecer a nossa verdadeira maestria, o nosso verdadeiro poder pessoal, deixando de delegar aos outros o próprio poder. Podemos apoiar-nos no sentido de reencontrar ou criar objetivos, e para que possamos entender o que realmente significa “viver em paz e harmonia”, com a clara intenção de transformar o Universo, a Terra e a sociedade humana em um ambiente de paz e conforto.

Podemos mudar nossas vidas dia após dia, gradualmente, buscando a perfeita harmonia com o Universo, a fim de desfrutar de uma completa liberdade do ser. E mesmo que, em alguns momentos, ainda experimentemos um pouco de tristeza ou depressão, aprendemos que dentro de nós, estes acontecimentos podem ser transformados em crescimento. Através da real aceitação de si mesmo, o ser humano é capaz de transformar dor e tristeza em alegria, progresso e valor.

A idéia é aprender a ter fé em si e ser, ao mesmo tempo, um indivíduo especial para o mundo, ou seja, fazer diferença neste mundo traz novo sentido à vida. Espero que os seres humanos compreendam que a cura está dentro do coração e não, fora; sem jamais esquecer que as pessoas são mágicas e que esta magia está dentro da alma e não, fora.

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“o Reiki foi o meu primeiro amor,
​assim como é hoje”.

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Return To Innocence Enigma
Love-Devotion
Feeling-Emotion


Don't be afraid to be weak
Don't be too proud to be strong
Just look into your heart my friend
That will be the return to yourself
The return to innocence.

If you want, then start to laugh
If you must, then start to cry
Be yourself don't hide
Just believe in destiny.

Don't care what people say
Just follow your own way
Don't give up and use the chance
To return to innocence

That's not the beginning of the end
That's the return to yourself
The return to innocence

Mestre Bárbara Sperb Volkweiss

Mestre Bárbara Sperb Volkweiss

In Memorian

Mestre Jô Cavedon

Mestre Jô Cavedon

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